Mais uma ação super bacana da Coca envolvendo suas vending machines. Depois da Máquina da Amizade, que já foi Duka, agora eles fizeram a máquina da felicidade. Vale a pena assistir o videozinho abaixo.
É verdade, exagerei no título, mas a eficiência da Apple conquistou dogmáticos fãs que tiveram dolorosamente que encarar a realidade: a Apple fez lambança na recepção do sinal do Iphone 4. Tentando ser imparcial, nem acho nada de outro mundo. Até onde sei, não é que ele fica sempre sem sinal, só fica fraco se você segurar ele na posição X, que não é lá tão comum.
Mas o post não é pra falar do erro de design do Iphone 4, é pra vermos como a Apple se comporta diante disso.
No dia 16, Steve Jobs abriu uma conferência com o vídeo abaixo. Essa conferência era, na verdade, uma resposta às milhões de acusações que o Iphone 4 recebeu.
O Gizmodo resumiu pra gente o recado de Jobs: “Há problemas, eles não são exclusivos do iPhone 4, mas de todos os smartphones. Você tem de evitar segurar neste ponto. Estamos fazendo o melhor para atacar o problema, que não incomoda todo mundo. Mas, se você não gosta do iPhone 4, não o compre. Comprou e não gostou? Devolvemos o dinheiro. E, acreditem, as 3 milhões de pessoas que já compraram estão com altos índices de satisfação. De todo modo, vamos dar os cases de graça para quem quiser.”
Além da conferência, vi em alguns blogs de tecnologia, como quem não quer nada, posts sobre a supercâmara de teste de sinal da Apple. (essa da foto aí de baixo, se você quiser saber mais sobre ela, pode ver no Gizmodo, ou através da própria Apple).
Até agora (e até onde sei), as respostas da Apple vieram de 2 formas: 1 elegante mostrando a tecnologia de desenvolvimento deles (que não resolve o problema do Iphone 4), e uma outra, menos elegante, comparando o Iphone 4 a outros smartphones e tentando remediar a situação com cases ou com a opção, que não é nenhuma novidade nos EUA, de “damos seu dinheiro de volta” (o que resolve o problema dos clientes, mas não o do Iphone 4).
Devem existir outras respostas da Apple em relação a esse erro, mas até agora o que vi foi isso. Se souberem de algo mais, deixem um comentário que atualizo o post.
Tudo bem que Stop Motion anda meio batido, mas essa merece destaque. A criação é da DSG e a produção é da Big Fish. O legal é que não existe computação gráfica. Foi tudo impresso e fotografado com a câmera da Olympus.
Tenho acompanhado essa campanha do Mini e me divertido a cada ação. Pra mim, essa é uma das ações mais bem humoradas dos últimos tempos. Vou resumir aqui: o Mini desafiou o Porsche 911 para uma corrida mano-a-mano. Isso foi feito com muita petulância pelo diretor norte-americano do Mini direto para o diretor norte-americano da Porsche que são ex-colegas de trabalho.
A brincadeira rendeu anúncios e principalmente videos na internet. Você vai conferir boa parte das peças, incluindo o desafio impresso e em vídeo, a resposta do Porsche se negando ao desafio e a provocação em forma de paródia do icônico filme de Balboa.
Toda essa “briguinha” me fez voltar a velha discussão de concorrência agressiva, etc. Pra mim, esse é um grande exemplo de uma briga saudável. Por que? simples, o posicionamento das duas marcas são completamente diferentes e nessa “briguinha” cada uma só faz reafirmar a verdadeira identidade de cada carro: o Mini com sua ousadia, e o Porsche com sua tradição, experiência e “superioridade” se colocando em outro patamar. Desse jeito cada anúncio do Mini ajuda a viralizar o Porsche e vice-e-versa. Ou seja as marcas parecem estar brigando, mas estão mais se ajudando num estilo de luta à la WWF (aquelas lutas encenadas antigas com Hulk Hogan e cia.)
Bom, aproveitem:
O desafio:
Desafio impresso:
Essa é a carta do presidente da Porsche para o chefe do Mini, Jim McDowell:
Caro Jim,
Imagine nossa surpresa ao descobrir que nosso antigo empregado, e hoje chefe da Mini, havia nos desafiado para uma corrida mano-a-mano. Como você bem sabe, a Porsche possui uma longa e bem sucedida história em corridas, com mais de 28 mil vitórias nos últimos 60 anos. Em nossos primeiros anos, nos lançamos contra os gigantes, então posso dizer que já estivemos em seu lugar.
Mas como você também deve saber, a Porsche não corre por fama, acrobacias ou publicidade. Nós corremos para desafiar a nós mesmos; corremos para impulsionar a tecnologia dos carros esportivos; corremos para traduzir cada uma de nossas vitórias nas pistas para nossos carros nas estradas. Se precisar de um lembrete de nosso intuito, por favor dê uma olhada nesse vídeo.
Enquanto seus desafios parecem uma divertida e descontraída campanha, vamos nos ater a correr do mesmo modo que viemos correndo por décadas. Vocês serão muito bem vindos em Sebring, Le Mans, Daytona ou qualquer outra corrida sancionada, onde o haja em jogo mais do que camisetas ou vagas em estacionamentos. Também os convidamos para qualquer um dos milhares de circuitos onde donos de Porsche competem a cada fim de semana.
Boa sorte com sua corrida em Road Atlanda em 21 de junho; esperamos que aproveitem o dia.
Sinceramente,
Detlev Von Platen
Presidente e Executivo Chefe, Porsche Cars North America”
A resposta brincalhona do Mini foi uma paródia do filme Rocky:
Esse é o melhor Brand Book que já vi. Vale muito a pena conferir. Imagine como esse trabalho facilita os jobs dos publicitários que vão fazer campanhas para Skittles. Facilita em termos, porque se esse isso é só o Brand Book, os criativos tem a obrigação de fazer uma campanha fantástica.
É comum ouvirmos criativos reclamarem porque fazer campanha para o governo é sempre uma coisa quadrada, chata e etc. Lá em Amsterdam eles usaram um telão na rua com realidade aumentada para criticar os cidadãos pela passividade e estimular a ação das pessoas contra a violência.
Há um tempo atrás elogiei a linguagem visual que o Google tem adotado em seus vídeos e levantei o questionamento de até quando essa linguagem iria resistir. Eu não sei até quando, mas até agora só tem melhorado.