Mais uma ação super bacana da Coca envolvendo suas vending machines. Depois da Máquina da Amizade, que já foi Duka, agora eles fizeram a máquina da felicidade. Vale a pena assistir o videozinho abaixo.
A gente tá acostumado a se deixar impressionar com novas tecnologias que fazem coisas que antes eram impossíveis. Mas, mais impressionante ainda, é quando essa sensação vem de algo sem nenhuma tecnologia. Algo que sempre pôde ser feito, mas mesmo assim você nunca viu.
Por um tempo você não acha nada demais, mas quando chega lá pelo 1:40 é que o negócio começa a ficar surreal.
Vi isso lá no Xpock
Eu já tinha ouvido falar bastante de HTML5 e suas possibilidades, mas pra mim, enquanto leigo, era muito difícil de visualizar. Até agora.
O Google e o Arcade Fire, usando HTML5, fizeram um filme interativo. É assim: você digita onde nasceu e ele faz um filme usando algumas imagens gravadas e outras do Street View e do Maps. A grande questão na verdade, é a forma. Não quero adiantar nada pra não estragar a surpresa. Mas façam a experiência: acessem agora the wilderness downtown e assistam.
PS: Como no Brasil ainda não temos imagens do street view e algumas do maps só em baixa resolução, vale a pena digitar NY no campo de busca e ver o vídeo feito com imagens de lá mesmo.
Vi isso lá no Brainstorm9
——— UPDATE ——–
Algumas pessoas reclamaram porque o site só funciona no Google Chrome. Bom, pra essas pessoas estou colocando uma gravação da tela do computador de uma alguém que “fez” o filme em Tokyo. Se você tem como assistir no Chrome, não dê play nesse vídeo, realmente vale muito mais a pena ver no site. Faz toda a diferença. Esse vídeo é só pra quem realmente não tem como assistir direto do site.
Todo dia meu Google Reader fica cheio de posts sobre produtos fantásticos que nunca saem do papel. São coisas animais que todo mundo que vê fala:”Finalmente alguém pensou nisso, eu realmente precisava de um alvo eletrônico pra não fazer xixi fora do vazo”
Bom, esse tablet/notebook é uma criação da Orkin. Vale a pena conferir o site deles e ver outras coisas bacanas que eles criaram.
É verdade, exagerei no título, mas a eficiência da Apple conquistou dogmáticos fãs que tiveram dolorosamente que encarar a realidade: a Apple fez lambança na recepção do sinal do Iphone 4. Tentando ser imparcial, nem acho nada de outro mundo. Até onde sei, não é que ele fica sempre sem sinal, só fica fraco se você segurar ele na posição X, que não é lá tão comum.
Mas o post não é pra falar do erro de design do Iphone 4, é pra vermos como a Apple se comporta diante disso.
No dia 16, Steve Jobs abriu uma conferência com o vídeo abaixo. Essa conferência era, na verdade, uma resposta às milhões de acusações que o Iphone 4 recebeu.
O Gizmodo resumiu pra gente o recado de Jobs: “Há problemas, eles não são exclusivos do iPhone 4, mas de todos os smartphones. Você tem de evitar segurar neste ponto. Estamos fazendo o melhor para atacar o problema, que não incomoda todo mundo. Mas, se você não gosta do iPhone 4, não o compre. Comprou e não gostou? Devolvemos o dinheiro. E, acreditem, as 3 milhões de pessoas que já compraram estão com altos índices de satisfação. De todo modo, vamos dar os cases de graça para quem quiser.”
Além da conferência, vi em alguns blogs de tecnologia, como quem não quer nada, posts sobre a supercâmara de teste de sinal da Apple. (essa da foto aí de baixo, se você quiser saber mais sobre ela, pode ver no Gizmodo, ou através da própria Apple).
Até agora (e até onde sei), as respostas da Apple vieram de 2 formas: 1 elegante mostrando a tecnologia de desenvolvimento deles (que não resolve o problema do Iphone 4), e uma outra, menos elegante, comparando o Iphone 4 a outros smartphones e tentando remediar a situação com cases ou com a opção, que não é nenhuma novidade nos EUA, de “damos seu dinheiro de volta” (o que resolve o problema dos clientes, mas não o do Iphone 4).
Devem existir outras respostas da Apple em relação a esse erro, mas até agora o que vi foi isso. Se souberem de algo mais, deixem um comentário que atualizo o post.
Tudo bem que Stop Motion anda meio batido, mas essa merece destaque. A criação é da DSG e a produção é da Big Fish. O legal é que não existe computação gráfica. Foi tudo impresso e fotografado com a câmera da Olympus.
Tenho acompanhado essa campanha do Mini e me divertido a cada ação. Pra mim, essa é uma das ações mais bem humoradas dos últimos tempos. Vou resumir aqui: o Mini desafiou o Porsche 911 para uma corrida mano-a-mano. Isso foi feito com muita petulância pelo diretor norte-americano do Mini direto para o diretor norte-americano da Porsche que são ex-colegas de trabalho.
A brincadeira rendeu anúncios e principalmente videos na internet. Você vai conferir boa parte das peças, incluindo o desafio impresso e em vídeo, a resposta do Porsche se negando ao desafio e a provocação em forma de paródia do icônico filme de Balboa.
Toda essa “briguinha” me fez voltar a velha discussão de concorrência agressiva, etc. Pra mim, esse é um grande exemplo de uma briga saudável. Por que? simples, o posicionamento das duas marcas são completamente diferentes e nessa “briguinha” cada uma só faz reafirmar a verdadeira identidade de cada carro: o Mini com sua ousadia, e o Porsche com sua tradição, experiência e “superioridade” se colocando em outro patamar. Desse jeito cada anúncio do Mini ajuda a viralizar o Porsche e vice-e-versa. Ou seja as marcas parecem estar brigando, mas estão mais se ajudando num estilo de luta à la WWF (aquelas lutas encenadas antigas com Hulk Hogan e cia.)
Bom, aproveitem:
O desafio:
Desafio impresso:
Essa é a carta do presidente da Porsche para o chefe do Mini, Jim McDowell:
Caro Jim,
Imagine nossa surpresa ao descobrir que nosso antigo empregado, e hoje chefe da Mini, havia nos desafiado para uma corrida mano-a-mano. Como você bem sabe, a Porsche possui uma longa e bem sucedida história em corridas, com mais de 28 mil vitórias nos últimos 60 anos. Em nossos primeiros anos, nos lançamos contra os gigantes, então posso dizer que já estivemos em seu lugar.
Mas como você também deve saber, a Porsche não corre por fama, acrobacias ou publicidade. Nós corremos para desafiar a nós mesmos; corremos para impulsionar a tecnologia dos carros esportivos; corremos para traduzir cada uma de nossas vitórias nas pistas para nossos carros nas estradas. Se precisar de um lembrete de nosso intuito, por favor dê uma olhada nesse vídeo.
Enquanto seus desafios parecem uma divertida e descontraída campanha, vamos nos ater a correr do mesmo modo que viemos correndo por décadas. Vocês serão muito bem vindos em Sebring, Le Mans, Daytona ou qualquer outra corrida sancionada, onde o haja em jogo mais do que camisetas ou vagas em estacionamentos. Também os convidamos para qualquer um dos milhares de circuitos onde donos de Porsche competem a cada fim de semana.
Boa sorte com sua corrida em Road Atlanda em 21 de junho; esperamos que aproveitem o dia.
Sinceramente,
Detlev Von Platen
Presidente e Executivo Chefe, Porsche Cars North America”
A resposta brincalhona do Mini foi uma paródia do filme Rocky:
Quem nunca pisou em um chiclete jogado no chão?
Além de nada agradável ter a saliva alheia grudada no seu sapato, o custo para limpar os chicletes jogados no chão são três vezes maior do que o custo do chiclete em si. : 0
Pois bem, pensando nisso uma estudante de design, Anna Bullus, criou o Gumdrop Bin: um tipo de lixinho feito de chiclete reciclado para que as pessoas joguem seus chicletes sem gosto para que estes sejam reciclados.
Sim, as gomas jogadas nestes locais serão transformadas em novos gumdrops e outros produtos como o Chewy Pad, um tipo de almofada feita com chiclete e bio resina.
Nojento ou não, temos que concordar que a ideia é muito boa!!!!!
Anna começou com um piloto nas ruas do centro de Londres, onde 30.000 chicletes são jogados no chão todos os dias. Espero que a moda de reciclar chicletes pegue por lá e que tenha fôlego para chegar até aqui !!!!!