A animação Tyger, inspirada no poema homônimo de Wiliam Blake, trata-se de uma mistura de três técnicas; filmagem, desenho e marionetes. Ao contrário do que se poderia imaginar, as técnicas casam perfeitamente. O tigre é conduzido por titeriteiros, e é o personagem catalizador das mudanças. As mudanças nas pessoas aparecem em belos desenhos animados e a filmagem de pano de fundo é a cidade de São Paulo. Repare como aspectos corriqueiros da cidade se tornam um fantástico cenário; A Av. Paulista, as marginais, o Copan, Minhocão, Higienópolis e até o pico do Jaraguá.
Assista com o som aumentado, pois a trilha sonora é ótima. Esta animação catapultou Guilherme Marcondes como uma das promessas da animação brasileira. www.guilherme.tv
Game criado para promover a Coke Zero na copa UEFA EURO 2008 na Alemanha, criado pela agência sueca de Design Interativo North Kingdom. Vale a pena esperar para carregar, esse game é responsa, é o tipo de trabalho que prova que a internet broadband vem pra bombar!
Uma das maiores diversões quando ia visitar o meu avô era brincar com os pedalinhos que ele tinha guardado como recordação com todo o carinho, ele tinha uns três e tinham a carroceria de lata, resumo da história, eu e meu irmão destruimos os carrinhos brincando de dublê, criando acidentes automobilísticos hiper-realistas e amassando pra valer os bichinhos. O velho não reclamava, até curtia ver os netos “destruindo”. Os Pedal Cars são tão bacanas que dá vontade de colecionar. Acho que vou comprar um e proibir meu filho de usar. Custam aproximadamente uns U$240.
O pavilhão da Serpentine Gallery em Londers, é uma construção que é realizada anualmente pela galeria no Kensigton Gardens. Todo ano um escritório de grande renome internacional é convidado a projetar o pavilhão temporário, criando enorme interesse de público e mídia. É interessante notar que o pavilhão da Serpentine é a materialização extrema da arquitetura espetáculo como atração de público, mais ou menos da mesma maneira em que o Guggenhein mudou a cidade de Bilbao alguns anos atrás. Com uma arquitetura mutante, a Serpentine atrai um público de 750.000 pessoas por ano, enquanto arquitetos se revezam em um exercício radical de refazer o mesmo programa anunciando o verão anualmente. Abaixo o exemplo desse ano, do americano Frank Gehry, o pavilhão do japonês Toyo Ito (2002) e do brasileiro Oscar Niemeyer (2003). www.serpentinegallery.org .
Ter noção de sustentabilidade e preservação ambiental já é quesito básico de boa educação. É o mínimo, como ter ética e noções de cidadania. Partindo dessa premissa, cada um faz o que pode de acordo com o que é de seu alcance. E isso já atinge empresas, casas e também a arte. Sim! A arte! O artista plástico David Dalmau apresenta pinturas que refletem de maneira pessoal o mundo de animais e plantas que estão em extinção devido à destruição progressiva do meio ambiente na exposição Rainforest, que estará em São Paulo em agosto e depois vai para Estocolmo, na Suécia.
Responsabilidade social e ambiental é uma tendência mundial, não importa a sua área, sua maneira de expressar comprometimento com a causa. O importante é não tirar o seu da reta.
Se existe uma coisa que eu sempre admirei nos japoneses é a criatividade. A invenção desta vez é um brinquedo bem legal, mas um pouco perigoso. Pegue uma catapulta, troque a pedra por uma pessoa e pronto: já está pronto a sua Catapulta Humana. Está fazendo o maior sucesso na programação nipônica. Se essa moda pegar, os parques de diversão vão ter que correr atrás de brinquedos como esse.
Quem está procurando o seu cantinho, um pedaço do céu, exclusivo e o mais importante… prático!
Isso agora ficou mais acessível, basta encomendar uma Kithaus, essa aqui da foto é o modelo K3, mede 22.86 X 33.02 m e a versão completa com deck, janelas, isolamento e fiação eletrica, tudo incluso. Tudo isso pela quantia de $29.500,00 (dólares) e existe uma versão equipada com energia solar. Ah, outra coisa, é feita com Brazilian Wood! Tá esperando o quê? Ligue Djá e garanta o seu pedacinho no paraíso. www.kithaus.com
Aqui nos Estados Unidos usar antenna toppers é mais do que uma febre, já virou expressão da galera, cada vez mais surgem novos modelos e algumas pessoas chegam a criar e produzir os seus próprios personagens. A “mídia” embalou quando a rede Jack in the Box lançou um personagem fictício, o CEO “Jack”, que é uma caricatura dos CEOS de grandes corporações de terninho só que com uma cabeça de antenna topper. Até a Disney já desenvolve as “antenna toppers” para promover seus produtos e filmes. Pois é…. fique antenado.