Mochilão.
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010Quem diria que esse dia ia chegar. Vamos começar a sair por aí flutuando pelo espaço.
Demorô!
Quem diria que esse dia ia chegar. Vamos começar a sair por aí flutuando pelo espaço.
Demorô!
Estava vendo um infográfico sobre o Brainiac, digo, Google e essa parte das estatísticas me saltou os olhos. O Google libera 20% do tempo dos seus profissionais pra que eles toquem projetos pessoais e as pesquisas revelaram que 50% dos produtos do Google nasceram desses 20% do tempo de trabalho dos seus colaboradores.
Isso mostra que todo esse sucesso vem de contratar pessoas que realmente tem interesses compatíveis com os do Google. Mostra que é fundamental procurar profissionais que sejam apaixonados pelo que fazem e estimular essa vontade de desenvolver projetos interessantes.
Para conferir o infográfico clicke aqui
Para entender o que quero dizer com estimular o profissional clicke aqui
Hoje resolvi mudar um pouco o tipo de conteúdo postado aqui no blog. Não vou trazer um texto relacionado diretamente sobre publicidade, inovação, novas mídias ou estratégia.
Mas, independente disso, não deixe de ler com atenção a tirinha acima, mesmo que tu já a conheça. Muito mais do que um simples diálogo entre dois personagens bastante famosos, é um dos maiores e mais sinceros conselhos que eu já vi na vida. Ok, eu sou suspeito para falar, pois sou muito, mas muito mesmo, fã de Calvin & Haroldo. Semana passada mesmo comprei (mais) um livro deles, com cometários do autor Bill Watterson.
Independente da tua área de atuação, e de como tu está conduzindo a sua vida pessoal e profissional, tire alguns minutos para pensar no pouco que tu conhece deste mundo, e de como a oportunidade de desbravar novas culturas pode alavancar todo o seu plano de vida.
Reflita.
E se gostar mesmo, pode começar desbravando os livros do Calvin & Haroldo.
Quando tive aula com o Fernando Campos, lembro de uma coisa que ele falava que ficou muito na minha cabeça. Ele citava algo que eu nem cheguei a viver, era na TV Tupi que, enquanto não tinha programação sendo exibida, o desenho de um indiozinho se mexendo em 2 frames ficava na tela e as pessoas (pasmem) ficavam assistindo isso.
Isso exemplifica bem o que acontece quando surge uma nova tecnologia. Mostra as formas ainda imaturas de usá-la e me lembra algumas ações de realidade aumentada que você coloca um papel na frente da webcam para ver uma imagenzinha ou coisa parecida na tela do PC.
Bom, os diretores de arte Reinier Gorissen e Marlon von Franquemont idealizaram um catálogo em que o cliente coloca um folder com desenho no chão e quando aponta a câmera do seu Iphone, consegue visualizar como ficará sua casa com os móveis Ikea. Bem, definitivamente esse é um exemplo de como usar a tecnologia como plataforma. A idéia não é a realidade aumentada, ela apenas usa essa tecnologia.

Essa campanha é do ano passado, mas acho que pouca gente viu, e para os que viram, vale a pena ver de novo.
Criado pela PragmaDDB do Peru, para a Comisión Especial de Discapacidad, é um filme genial. Mostra um erro bastante comum, aliás, mais um entre tantos que vemos no trânsito atualmente. A falta de respeito, desta vez, acaba se misturando com arrogância, e até uma certa dose de preconceito.
Mas o que mais chama a atenção é que o custo de produção é praticamente nada. Nem precisa contratar atores de verdade. Um ensaio de 10 minutinhos com os seus amigos e uma boa câmera na mão e pronto, tá feito o estrago.
RF
O Flyfire é uma tecnologia desenvolvida nos laboratórios do MIT que utiliza pequenos helicópteros carregando luzes LED para formar um display completamente maleável e tridimensional. Cada helicóptero funciona como um pixel, e é controlado remotamente para formar as imagens. Já consigo imaginar a gente passeando pelas aerovias com nossos carros voadores e passando por outdoors voadores tridimensionais maleáveis. Bom, pelo menos até lançarem a lei espaço aéreo limpo.
Dica Cultural galera:
No próximo dia 06, haverá uma oficina criativa, com a presidente da Socieade Lewis Carroll do Brasil no Otto Bistrot. Promete ser uma tarde de sábado muito gostosa, inclusive porque terá um “tea break alicinógeno” rsrs.
Aliás, a Sociedade Lewis Carroll está com uma agenda muito legal para as comemorações sobre Alice este ano. Quem quiser updates, sigam @umdiaalice, ok?
Aqui vai um breve release do evento, com o email para inscrições no final:
Alice no país das Maravilhas’ (1865) de Lewis Carroll é um grande desafio. Paradoxos, nonsense, labirinto de sonhos. Como num grande jogo, a proposta da oficina é a recriação do personagem Alice através de técnicas de colagem, um procedimento poético efetuado com elementos extraídos de desenhos impressos em livros, revistas e jornais, fotografias, imagens de propaganda e retalhos visuais. O caráter enigmático e o nonsense do sonho de Alice encontra na colagem um terreno propício, numa lógica que aponta para outro sentido, que deve ser buscado entre fragmentos e associações inesperadas.
Inicialmente haverá uma breve apresentação de algumas imagens de Alice, segundo ilustradores e artistas de diferentes épocas e linguagens, num diálogo aberto com os múltiplos sentidos da obra.
Cada participante seleciona então imagens diversas para serem trabalhadas e recriadas plasticamente, extrapolando as características puramente ilustrativas e descritivas do personagem, buscando uma configuração múltipla, híbrida e metamorfica, numa proposta de exploração do sentido do personagem segundo o repertório pessoal e afetivo de cada um.
Escolhemos a colagem como um exercício de produção de novos sentidos, em que ‘Alice no País das Maravilhas’ seja um convite para novas viagens. É importante que os participantes já tenham algum contato prévio com a obra e tragam imagens pessoais que relacionem com o livro para serem retrabalhadas plasticamente.
Investimento:
R$ 70,00 (Oficina + Tea Break especial).
Inscrições: contato.freddiegrace@gmail.com
Uma campanha muito legal que deu uma aula de como integrar mídias, desde ações nas ruas até outdoors. Eles montaram acidentes nas ruas, fotografaram as pessoas posando nesses acidentes, fizeram um hotsite com as fotos de todo mundo para votação, as 80 melhores fotos foram para outdoors. Uma campanha feita e escolhida pelos clientes. Muito bacana mesmo.



Lá de onde eu venho, na longínqua Porto Alegre, o mercado publicitário já foi uma baita referência, principalmente nos anos 80. Nos anos 90 seguíamos firmes e fortes na luta, mas a alguns anos atrás a coisa começou a degringolar. Não sei bem a razão, e nem pretendo encontrar culpados ou ficar me lamentando.
Na real, estes próximos dois posts serão publicados para enaltecer um movimento bastante interessante que vem acontecendo de uns 3 anos pra cá lá pelas bandas do RS. Um movimento de uma galera jovem, porém com uma baita experiência nas costas e, principalmente, vontade de crescer e sangue nos olhos na hora de propor soluções inovadoras para clientes, agências, fornecedores, alunos, pais, professores e a quem interessar possa.
Começarei falando da Perestroika, uma Escola de Atividades Criativas. A princípio pode parecer que o foco é apenas para DAs e Redatores, mas a coisa funciona de uma forma bem diferente. Em que outro lugar do Brasil, e quiçá do mundo, tu poderia encontrar os seguintes cursos: Gestão de Contas, Lovedesign, Arquitetura Efêmera e Arquitetura de Informação mesclados com outros do tipo Food Experience, Poker, Kick Off (futebol + jornalismo + business)???
Não sei se é assim que as empresas de comunicação do futuro irão atuar. Nem mesmo sei se o modelo Perestroika de negócios irá dar certo por muito tempo (eu torço que sim), mas o que quero dizer é que os publicitários que não souberem reinventer suas empresas, e por consequência a si mesmos, talvez tenham o mesmo fim que as grandes, premiadas, ricas e famosas agências de Porto Alegre tiveram num passado bem recente.
Ainda não tive a chance de participar de algum curso oferecido por eles (até porque moro a 1 ano em SP), mas já vi palestras, debates, e as famosas Stand Up Comedies protagonizadas pelos próprios sócios, e alguns convidados. Mas fica aqui a dica para quem está em Porto Alegre e região, ou vai passar uns dias por lá. Não deixe de bater um papo com os caras, ver uma palestra, acompanhar o blog. Dizem até que rolam umas Stellas bem geladas de vez em quando!
Não deixe de conferir o blog (aqui) e uma pitada de bom humor (aqui)
RF
Dan Meyer’s 2009 Annual Report from Dan Meyer on Vimeo.
Quem é Dan Meyer? Boa pergunta, mas tá aí uma forma interessante de mostrar estatísticas. Ele registrou sua vida em dados no ano de 2009 e depois fez esse annual report, basicamente sobre o consumo de livros, filmes, musica, cerveja, viagens, celular e suas horas de sono . Muito interessante mesmo.